Domingo, 31 de Maio de 2020

Brasil
Publicada em 13/05/20 às 14:21h - 4042 visualizações
Mais detalhes sobre o caso Georgia

Jornal Folha da Cidade


 (Foto: Jornal Folha da Cidade)
A menina Georgia Barbosa das Neves de apenas 7 anos estava nua e apresentava várias lesões pelo corpo, entre elas, algumas que indicam abuso sexual , ela foi levada ao Hospital Angelina Caron.Criança foi levada morta ao hospital.

A criança foi levada já sem vida até o hospital no fim da noite. Conforme a médica que realizou o primeiro atendimento, Georgia estava nua coberta apenas por uma jaqueta e apresentava diversos hematomas pelo corpo. Entre as lesões, foi possível identificar que algumas eram recentes, enquanto outras aparentavam ser de queimaduras mais antigas. 
Durante um exame mais detalhado, a profissional encontrou também uma lesão próxima ao ânus da menina e a parte íntima estava inchada e arroxeada, o que pode indicar um abuso sexual.   
Tanto a mãe de Georgia como seu padrasto foram presos em flagrante, ele por estupro de vulnerável e homicídio qualificado. Os dois permanecem à disposição da Justiça. Na delegacia, a mulher confessou que o marido costumava agredir a criança, mas declarou que nunca denunciou por medo. Já o homem nega as acusações.

Um vizinho e proprietário da residência onde vivia a família de Georgia Barbosa das Neves, de 7 anos, levada morta pela mãe e o padrasto até o Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, na noite desta segunda-feira (11), conversou com a equipe da RIC Record TV. 

Segundo o homem, que prefere não se identificar, a criança, a mãe e o padrasto moravam na casa localizada em Piraquara, também na Grande Curitiba, há cerca de três meses e durante esse tempo, mesmo dividindo o mesmo terreno, ele não notou que a menina pudesse estar sendo torturada ou mesmo violentada sexualmente. 

“O que eu ouvia, algumas vezes, era quando ele ia ensinar para ela matemática, enfim, as lições e aí ele gritava com ela quando ela errava. Por exemplo, dois mais dois é quatro, se ela colocava cinco, ele gritava ‘sua burra’. Eu ouvi uma vez, na realidade, no mais era tranquilo, ele e a esposa saiam para ir no médico e era tudo normal”, conta. 

Por outro lado, ele pontua que o casal costumava deixar o aparelho de som ligado com o volume muito alto, de tal forma que foi preciso solicitar que eles passassem a ouvir música mais baixo para não atrapalhar a vizinhança.
Além disso, o homem também contesta a versão dada pelo padrasto e pela mãe da vítima, de que Georgia sofreu uma queda dentro da residência. Conforme ele, que construiu o local, não existe nenhum lugar onde a menina possa ter se machucado tão gravemente. 

“O que tem lá dentro da casa, existe a parte da casa normal e uma edícula, aí foi feita essa churrasqueira e ela ficou mais ou menos com um degrau de diferença, só que cai para o lado de madeira”, explica.  

Durante a madrugada desta terça-feira (12), policiais estiveram na residência da família para periciar o local.
Via RicMais



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